Esta lista é uma tentativa de apontar alguns livros e autores importantes para literatura como um todo. Sabemos que a literatura Greco Romana é extremamente diversa e rica, portanto, para construir esta lista utilizamos como critérios a relevância da obra e sua disponibilidade para download. Os livros estão elencados abaixo, no entanto, ainda que seja uma lista numerada, não há qualquer hierarquia entre eles (o nº 1 não é melhor, nem mais importante, que o nº 5). Comece por onde quiser e não termine nesta lista…
1. Electra | Eurípedes
Eurípedes (480 a.C – 406 a.C) pertenceu ao setor ilustrado e liberal da Grécia antiga, enfrentando a tradicionalistas e conservadores. Influenciado pelos sofistas e racionalistas contra os mitos, valorizava a paixão e a irracionalidade humana. Viveu a época da decadência de Atenas. Em sua obra tratou da luta entre ideais, do pessimismo e dos conflitos do seu tempo. A ele são atribuídas mais de cem tragédias, das quais se conservam-se dezessete, entre elas Alceste, Medeia, Andrômaca, As Troianas, Ifigênia em Táuride, Orestes, As bacantes e Electra.
29/10/2018
Os imperadores romanos
O primeiro imperador de Roma foi Julio César Otaviano Augusto, que imperou entre 27a.C. e 14 d.C. Mais conhecido como Otaviano Augusto ou somente Otávio Augusto, este imperador pertenceu à dinastia Júlio-Claudiana, e nasceu em 23 de setembro de 63 a.C. e era sobrinho neto de Júlio César, que foi quem lhe ensinou a trabalhar na política romana. Otaviano Augusto organizou diversas expedições militares e pacificou algumas regiões. Estimulou, ainda, na economia, a agricultura, dividiu a capital imperial em 14 províncias, facilitando, assim,a cobrança dos impostos, e também o censo militar.
Foi o primeiro imperador a ser proclamado “Augusto” pelo senado, ou seja, um “deus”. Nesses casos, o culto aos imperadores era iniciado durante sua vida, mas continuava por sua família após a sua morte. Faleceu em 19 de agosto de 14 d.C.
Tibério Cláudio César Augusto Germânico foi imperador de 10 a.C. a 54 d.C. tendo nascido em 1 de agosto de 10 a.C. Ele foi o primeiro imperador romano não nascido na Itália, e atuou na construção de canais e aquedutos, tendo ainda pavimentado, durante seu império, estradas para trazer uma comunicação melhor e mais eficiente entre as províncias que ficavam mais distantes do Império. Foi ele, também, quem ergueu o posto de Óstia, além de suas conquistas militares sendo a mais importante delas a Britânia, que é a atual Grã-Bretanha. No ano de 54 d.C. foi envenenado por sua esposa e mãe do Imperador Nero, Agripina. Foi deificado após sua morte.
Nero Cláudio Augusto Germânico imperou de 54 d.C. a 68 d.C., nascido em 15 de dezembro de 37 d.C. Foi governante em uma época de grande esplendor do Império, mas atuou cancelando todos os éditos do imperador anterior, Claudio. Usou, assim como os outros imperadores, de muita violência visando acabar com revoltas em províncias. Não foi um grande conquistador, mas foi capaz de melhorar suas relações com a Grécia. Durante seu Império, houve o incêndio que destruiu parte de Roma em 64 d.C., mas alguns historiadores questionam sua responsabilidade no ocorrido, pois segundo informações da época, ele estava em Anzio, e somente retornou à Roma ao saber do ocorrido. Cometeu suicídio no dia 6 de junho de 68 d.C. em Roma, e deu fim à dinastia Júlio-Claudiana.
Tito Flávio Vespiano foi imperador entre os anos de 79 d.C. e 81 d.C., e nasceu no dia 30 de dezembro de 39 d.C. Teve um reinado bastante curto, mas ficou conhecido pela destruição do Templo de Jerusalém, e também pela dispersão dos judeus pelo mundo. A destruição foi mandada por ele para que houvesse um fim nas revoltas da Palestina.
Durante seu reinado também ocorreu um incêndio em Roma, além de uma peste e a erupção do Vesúvio, mas teve ainda assim uma boa reputação com a população. Ficou conhecido como “o novo Nero” por sua crueldade e intolerância, mas também ficou conhecido como “As delícias do gênero humano”. Esse último em decorrência da grande quantidade de benefícios que proporcionou ao povo de Roma. Foi ele, por exemplo, que concluiu a construção do Coliseu que trazia diversão ao povo. Faleceu no dia 13 de setembro de 81 d.C., e deixou um enigma em uma frase “cometi apenas um erro em minha vida”, que movimentou diversos historiadores.
Marco Úlpio Nerva Trajano reinou como imperador entre os anos de 98 d.C. e 117 d.C., sendo o primeiro a nascer na Itálica, no ano de 53 d.C. Considerado um excelente general, administrador detalhista e disciplinado, Trajano acreditava e afirmava sempre que os imperadores tinham que ser como “simples cidadãos” e teve seu reinado marcado pelo alagamento da fronteira do império a Leste. Foi também com ele que o Império Romano atingiu sua máxima expansão e teve a implementação de um programa de obras públicas, visando melhorar as condições de saúde e de higiene da população. Foi sucedido por Adriano, seu sobrinho, após seu falecimento em 117 d.C.
Públio Élio Trajano Adriano, sobrinho de Trajano, mencionado acima, governou desde a morte do tio até 138 d.C. Também um excelente administrador, teve seu reinado marcado pela construção da Muralha de Adriano, que ficava na região da atual Grã-Bretanha. Esta marcou durante séculos a fronteira entre Escócia e Inglaterra, e garantiu a defesa dos romanos contra ataques dos povos do Norte. Seu reinado terminou com seu falecimento.
O imperador seguinte foi Diocleciano, de 284 d.C. a 305 d.C., e não se sabe ao certo a data de seu nascimento, assim como o local. Este imperador instituiu em Roma a diarquia e a tetrarquia, acreditando que somente um homem com seus talentos não seria o suficiente para defender o Império. Isso, a partir de 286 a 305. Foi ele quem dividiu o Império Romano em Ocidental e Oriental, e cada uma delas foi governada por um “Augusto”, e mais tarde entregaria dois territórios nas mãos de césares, que ajudariam os augustos no governo. Abdicou do trono quando doente e faleceu no ano de 311 d.C.
O imperador entre os anos de 306 d.C. e 337 d.C. foi Flávio Valério Aurélio Constantino, mais conhecido como Constantino Magno. Foi considerado o primeiro imperador cristão da história, mas favorecia o cristianismo e o paganismo da mesma forma. Faleceu em 337 d.C.
os 6 imperio
A crise do Império Romano. O Império Romano passou por uma grande crise no século III. ... O imperador Teodósio, diante dos acontecimentos achou melhor dividir o império em dois: o Império Romano do Ocidente (capital em Roma) e o Império Romano do Oriente (capital em Constantinopla
O Império Romano (em latim: Imperium Romanum) foi o período pós-republicano da antiga civilização romana, caracterizado por uma forma de governo autocrática liderada por um imperador e por extensas possessões territoriais em volta do mar Mediterrâneo na Europa, África e Ásia.Em 476, chega ao fim o Império Romano do Ocidente, após a invasão de diversos povos bárbaros, entre eles, visigodos, vândalos, burgúndios, suevos, saxões, ostrogodos, hunos etc. Era o fim da Antiguidade e início de uma nova época chamada de Idade Média.
Em 476 acontece a queda do Império Romano no Ocidente. O Império Romanodo Oriente, posteriormente chamado de Império Bizantino, sobreviveu até 1453, data da queda de Constantinopla, atual Istambul
Localização de Roma Antiga - O MUNDO ROMANO LOCALIZAÇÃO Romalocaliza-se na Península Itálica ou Península Apenina.é uma região de solo fértil, que é uma continuação da Europa Central, prolongada até o mar Mediterrâneo. Na Itália havia várias divisões de regiões que eram habitadas por diferentes povos
O maior império da história começou por volta do século 8 a.C., na região do rio Tibre, a partir de pequenos assentamentos latinos que, sob influência de povos vizinhos, se tornaram cidades, dando início a um regime monárquico
Augusto (em latim: Gaius Iulius Caesar Octavianus Augustus; Roma, 23 de setembro de 63 a.C. – Nuvlana, 19 de agosto de 14) foi o fundador do ImpérioRomano e seu primeiro imperador, governando de 27 a.C. até sua morte em 14 d.C.. Nascido Caio Otávio, pertenceu a um rico e antigo ramo equestre da família plebeia do
Por que Roma é a Cidade Eterna
Ao falar em Cidade Eterna muitos logo pensam na maravilhosa Roma, a capital italiana. E com razão, pois é um dos nomes pelo qual a cidade atende.
MAS POR QUE ROMA É A CIDADE ETERNA?
Esta forma carinhosa de chamar Roma se dá pelo fato de que na Roma Antiga era assim que se referiam à cidade, pois reza a lenda de que os romanos acreditavam que independentemente de qualquer coisa que viesse a acontecer, Roma nunca deixaria de existir. Jamais.
E quanto a isso eles realmente parecem ter acertado. Em meio a colapsos e guerras, queda do império, decadência e invasões, a cidade de Roma continua lá, incrivelmente bela e atraindo milhões de turistas de todas as partes do mundo.
ETERNIZAR-SE EM ROMA? CONHEÇA ESSES LUGARES!
Suba a escadaria da Piazza di Spagna
A escada de Piazza di Spagna foi construída no início do século XVIII e é a dona dos mais conhecidos degraus de toda a Roma, os quais, inclusive, dão acesso a ilustres locais de visitas.
No alto da escadaria se encontra a Igreja Trinità dei Monti e pode ter certeza de uma coisa: a vista lá de cima é belíssima!
Um bairro interessante: Trastevere
O Trastevere é um bairro da zona sul de Roma. Têm igrejas bem antigas (quase relíquias), lojinhas interessantes e pequenos restaurantes de típica culinária italiana.
O ponto de encontro mais famoso do local é a Piazza di Santa Maria in Trastevere. Ela tem uma grande fonte no centro e a histórica Basílica de Santa Maria também fica nessa praça.
O bairro é um bom lugar para ser apreciado a pé sem hora para ir embora.
Uma cidade–museu tem a sua fonte: Fontana di Trevi
A Fontana di Trevi é outro lugar especial de Roma, ainda mais no verão, ao final do dia perto do momento em que a fonte fica completamente iluminada.
Chegando mais perto do monumento, você vai ver que sua viagem à cidade de Roma realmente valeu à pena! Leve suas moedas para jogá-las na água, pois como todos dizem: quem joga a moedinha sempre retornará à Roma.
Caminhar em torno do Panthéon
O Panthéon é um edifício maravilhoso e bem preservado da Roma Antiga. Ele foi construído para ser um templo de adoração dos deuses da Roma Antiga; mais tarde, com a conversão do império para o Cristianismo, a estrutura passou a abrigar uma igreja católica romana.
Depois de entrar no local e ver como sua arquitetura é maravilhosa por dentro, nada melhor do que andar pela movimentada Piazza della Rotonda, observando a arquitetura da área ao redor desse monumento.
Coliseu
Uma das mais famosas e históricas construções da cidade de Roma é um dos lugares mais visitados de todo o mundo, com seis milhões de pessoas passeando por suas ruínas anualmente.
Símbolo-chave do Império Romano, com quase 2.000 anos de antiguidade, os seus 57 metros de altura fazem com que brilhemos os olhos.
Panteão de Agripa
O Panteão de Agripa, localizado na Praça de La Rotonda é um monumento sensacional, no qual a arquitetura italiana é toda preservada, contando com uma estrutura bem original e circular de 43.40 metros de diâmetro e uma cúpula de caixotes de concreto com mais de 8,92 metros de diâmetro. As colunas são todas de granito.